Quando há festa dentro e fora da gente

Eu não planejei, mas aconteceu: tive a comemoração de aniversário mais longa (e feliz) da minha vida!

Soube na véspera que parte da família viria tomar café da manhã comigo, então tratei de comprar flores e pensar em um jeito bonitinho de recebê-los. Fui ao supermercado, passei na feira de flores e voltei pra casa com “carinho de mãe”, a flor preferida daquela que era uma das minhas pessoas preferidas no mundo: minha avó.

 

 

No meu dia 17 (sábado), acordei bem cedo e montei a mesa. Minha mãe logo apareceu com o bolo-surpresa mais lindo que eu já vi e com aquele tanto de amor que ela sempre carrega. Depois foram chegando os primos, os tios, os amigos, a comadre… E essa festa toda que começou – dentro e fora de mim – às oito horas da manhã, se estendeu até às duas da manhã seguinte.

Esse dia vai compor, pra sempre, um dos quadros mais bonitos da parede da minha memória e eu sou muito grata a todas as pessoas que tornaram isso possível, por meio das mais variadas demonstrações de carinho.

 

Em momentos assim, a gente se dá conta de que nada é tão valioso nessa vida quanto as relações genuínas construídas ao longo do tempo!

 

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