Base para peles oleosas

Sempre ouvi falar muito bem sobre os produtos da Mary Kay, mas nunca tinha experimentado nada. Sou muito fiel aos produtos que gosto, e tava bem satisfeita com as minhas bases, já que encontrar bases de boa cobertura pra peles oleosas não é lá uma tarefa muito fácil.

Até que uma consultora me apresentou alguns produtos e acabei experimentando a base Timewise, que possui acabamento matte e promete controlar a oleosidade e reduzir visivelmente a aparência de linhas finas, rugas e imperfeições (contém Peptídios e Vitamina E).

 

 

Tenho usado a base há algum tempo e estou muito satisfeita! A marca promete cobertura média, mas dá pra construir uma cobertura mais caprichada, aplicando mais camadas. Ela é super levinha e parece sumir na pele – em termos de textura – assim que a gente aplica.

Não tem cheiro, o que é uma grande vantagem, e é de fácil remoção. Acabei deixando a Colorstay (Revlon) de lado depois dessa base, porque além do sensorial ser bem melhor, o tom – Beige 4 – se adaptou perfeitamente à minha pele.

O tubinho custa R$ 57 e rende um bocado. Pra quem sofre com oleosidade e está em busca de uma base de boa cobertura e preço acessível, taí uma excelente opção!

 

Blazer capa ou Capa blazer?

É tudo culpa da Thássia (Naves). Aposto que a ideia pra essa nova tendência surgiu depois que algum estilista cruzou com a blogger usando um dos seus blazers/casacos/jaquetas sobre os ombros.

Enquanto todo mundo criticava, o espertinho foi lá e pá! Criou o novo must-have da temporada!

Ou vai ver o estalo surgiu depois que a Solange (irmã da Bey) casou com aquela capa maravilhosa no ano passado. Coisa mais linda, aquilo lá!

 

 

Teorias à parte, o fato é que a peça tem de tudo pra fazer o maior sucesso na próxima estação. Pra quem ainda não entendeu o conceito, o Blazer Capa (ou capa blazer) é uma peça de alfaiataria, nada mais do que uma capa com estrutura e formato de blazer.

Ao invés das tradicionais mangas, os braços ficam livres, o que é ótimo pra deixar o visual – além de descolado – mais fresquinho.

Não é comum a gente usar capas pelas bandas de cá (ao contrário do que acontece em outros países), mas acho bem provável que essa peça seja aceita por aqui, por fazer uma releitura do tradicional blazer, com uma carinha reinventada.

 

 

A grande vantagem da peça é descomplicar, pois como ela já é diferente, todo o resto do look deve ser mais simples, ou seja, a dica é montar o look a partir do blazer capa, deixando que ele seja o centro das atenções.

 

Eu gostei de verdade dessa tendência, desde que me deparei pela primeira vez com alguma blogueira usando, ainda no ano passado, lá no instagram.

E vocês, o que acharam? Vão investir?

 

Retratos da semana

 

Resiliência. Essa tem sido a minha palavra em 2015. Pra ser mais exata, essa tem sido a minha palavra desde o finalzinho de 2014. Aliás, eu já sabia disso antes mesmo do pipocar dos fogos no céu, anunciando a virada do ano. Minha intuição nunca gritou tão alto! Lembram quando eu comentei sobre isso aqui?

Ainda não entendi muito bem o que o Universo está querendo me dizer, mas seja ele lá o que for, estou tentando passar no teste:)

 

O lado bom desse processo – desse eterno processo – é que a gente vai aprendendo algumas coisas ao longo do caminho. Uma delas é administrar nossas energias, lembrando que tudo o que a gente joga no Universo, nos é devolvido com a mesma intensidade.

Por isso, nos últimos dias, ficou tudo tão paradinho por aqui. Eu precisava pensar sobre um bocado de coisas, me afastar de tantas outras que não me fazem bem e mandar pra longe toda possibilidade de energia ruim. E então o carnaval foi uma tranquilidade só!

 

Troquei o banho de mar pela piscina, a folia por um café com os amigos e os drinks por raspadinhas de morango! Talvez seja difícil de acreditar, mas esse foi um dos melhores carnavais da minha vida =) Ah, já aviso que coloquei os drinks em dia em outro encontro com os amigos no último sábado, tá? Acho tãããão mais fácil entender as mensagens do Universo depois de uns shots de tequila, hahahahahahaha:) Brincadeira =D
 

Pra encerrar essa semana, recebi mais uma caixa com itens de papelaria da Foroni, e um dos presentes foi esse caderno Candy Crush que tem cheiro de tutti frutti e imediatamente me lembrou dos tempos da escola e da emoção de passar pro ginásio e trocar os cadernos pequenos por um cadernão de doze matérias. Ai, que saudade! #tôvelha

 

Eu uso: roupa pra parecer madura

É engraçado como a gente pode mudar de estilo tantas vezes, em um espaço de tempo tão curto, né? Há poucos meses eu tava numa fase mais relax, mais esportiva, adorando a ideia de usar jeans, camisetas descoladas, sapatilhas e all star.

Atualmente tenho usado muito salto, e sempre opto por tecidos fluidos, mais nobres.

Cá pra nós, esse 2015 começou me dando uma sacudida das boas, e eu ainda não entendi muito bem o recado, mas penso que ele tá me forçando a amadurecer, sabe? Vai ver isso tem se refletido nas minhas roupas…

Esses dias, ao invés de sair por aí de saia midi e sapatilha, eu usei a maxi-pantalona e o cropped que ganhei de presente e tava doida pra estrear! Como as duas peças são de tecidos levinhos, embora escuras, não passei nenhum calor, ao contrário! Passeei por aí tranquilamente, no maior conforto :)

 

 

 

 

 

 

Cropped: C&A
Calça: Costureira
Sandália: Karmélia
 

Queria ver você feliz

Eu ainda não tenho certeza de qual será a minha programação no carnaval. Talvez eu dê um pulo na praia, talvez pegue uma piscininha, talvez eu tome uns bons drinks e fique rindo à toa! =D

Mas uma coisa é certa: quero dedicar ao menos um dia inteiro ao dolce far niente! Ficar em casa na maior tranquilidade, tomando sorvete, lendo um livro, assistindo um filminho bom, tomando mais sorvete…

Pra quem tá pensando em uma programação parecida, quero indicar a leitura mais linda dos últimos tempos, o tipo de livro que eu queria dar de presente pra todas as pessoas que conheço, cuja leitura é repleta de sinceridade, simplicidade e muito amor.

 

 

O romance Queria ver você feliz, de Adriana Falcão (sim, a mãe da Clarice!) narra a história de amor entre os seus pais, que se conheceram na década de quarenta e viveram uma história linda, em um relacionamento muito puro e sincero, desses que todo mundo sonha em ter, pra vida toda!

O livro traz várias cartas trocadas ao longo dos anos pelo casal, e por meio delas a gente se emociona, dá risada e, em alguns momentos, deixa rolar algumas lágrimas. Como toda boa leitura, a gente encerra o livro com a sensação de ter aprendido algo novo, o que é uma grande verdade.

 

 

Eu imagino que cada leitor vai tirar dessas páginas uma lição diferente, e acho até injusto tentar expor as minhas sensações aqui, pois posso acabar antecipando ou privando vocês de fazerem suas próprias descobertas.

Sou uma grande defensora de que a simplicidade guarda os bens mais preciosos dessa vida, e o livro só serviu pra reforçar esse conceito.