Eu uso: Céu de Loucos

Eu falei por aqui, dia desses, sobre a Céu de Loucos, marca da designer caruaruense Débora Viana. Entre todas as peças lindas da coleção, difícil eleger apenas uma, mas um dos meus modelos preferidos foi esse vestido branco, apaixonei de cara.

Adoro vestidos longos e amo branco! A aparente simplicidade da peça engana: na verdade o vestido é extremamente lúdico e pode contar várias histórias diferentes, a depender de quem o veste e, claro, de quem observa. Por isso eu acabei economizando nos acessórios (o cinto acompanha a peça) e, além da bolsa envelope, usei apenas os anéis, igualmente lindos!

 

 

 

 

Vestido: Céu de Loucos
Anéis: Hipnose
Peep Toe: Gato&Sapato
 
 
 

Sobre urgência, fragilidade e brevidade.

Dia desses a gente tava vendo TV – coisa que eu raramente faço – e eu me peguei falando uma frase de velha, depois de ver um anúncio (muito bom, por sinal) que falava sobre comportamento.

“O mundo tá tão diferente!”, foi o que eu disse pra Dieggo. O mundo muda o tempo todo, mas às vezes a gente continua ali, parada. Por medo, conformismo ou seja lá o nome que a gente dá ao fato de não chutar o balde.

A gente nasce com um check- list um tanto pesado: estudar, ser bem-sucedido, conquistar a independência financeira, casar e ter filhos. Tudo isso antes dos trinta, por favor!

Pra não fazer feio, metemos a cara nos livros. Graduação, pós-graduação, especialização e por aí vai. Entre uma coisa e outra, começamos a trabalhar, damos um duro danado. Descobrimos o prazer de ganhar e, sobretudo, de gastar dinheiro. Descobrimos, às vezes, o dissabor de não ter tanto dinheiro assim pra gastar…

Aí a gente engata um romance, a coisa evolui e vira casamento. Uma vez casados, começam as cobranças pelos filhos, então a gente risca mais esse item da lista. Entre trabalhar, cuidar da casa, do casamento e dos filhos, a gente tira um tempinho pra fingir uma felicidade plena no instagram. Polegares frenéticos porque precisamos correr para o próximo compromisso!

A gente nunca tem tempo pra nada, e segue fingindo que o whatsapp substitui as visitas aos nossos pais, irmãos, amigos, seus cheiros e seus abraços. A gente finge até que participa do mundo de maneira ativa, só porque acompanha, em tempo real, as atualizações de status dos “amigos” no facebook.

E aí a gente vai levando, até que um ano pesado como esse arranca do nosso convívio diário um monte de gente bacana, que tava fazendo direitinho o dever de casa e, de uma hora pra outra, é levado pra longe. 

E bem no meio da nossa vida corrida, levamos um baita soco no estômago. “Carpe diem” passa a ser a expressão de ordem! Essa brevidade toda nos faz ver tudo de um jeito muito, muito diferente. Dentro, fora e ao redor da gente, tudo muda.

 

 

Tenta imaginar a seguinte situação: você viaja sozinha pra outro país, e ao chegar à porta de entrada, tem alguém pra avisar: “você vai entrar aqui sem nada, e nada do que você adquirir aqui poderá ser levado de volta. Tudo o que você ganhar aqui, fica aqui. E você pode ter que voltar a qualquer momento, a nossa legislação não impõe nenhum tipo de aviso prévio. Seja bem-vinda e aproveite a sua estadia!”

 

Agora me diz: de que forma você iria encarar essa temporada?

 

Assim é a vida, má friends!  A gente nunca sabe quando ela vai acabar. Mesmo assim a gente faz planos, passa anos sofrendo em um trabalho estressante – só pelo direito a uma vida mais confortável - perde muito tempo dando importância a coisas que lá na frente não farão o menor sentido, deixa de viver momentos incríveis em nome do futuro que (será?) nos espera.

Eu não quero ser pessimista, nem incentivar ninguém a sair por aí vivendo la vida loca, longe de mim que, aliás, não tenho lá muito talento pra isso.

O que eu quero mesmo, pra vocês e pra mim, é que a gente siga o nosso coração. Sem rédeas, sem amarras, sem nos importar com a opinião alheia ou a quantidade de likes. Buscar a felicidade é um ato de extrema coragem, um exercício que a gente deve fazer diariamente, respeitando as urgências do nosso coração, que é sempre o nosso melhor guia.

Já faz um tempo que eu tento ser o mais fiel possível aos meus princípios e vontades, e essa busca pelo autoconhecimento pode ser um tanto quanto perigosa, quem tá no mesmo caminho sabe o que eu quero dizer. Não é fácil discernir se você quer atender ao desejo porque ele nasceu de você, ou se ele lhe foi subliminarmente imposto.

Não é fácil tomar algumas decisões quando, ao invés de respostas, você se vê cercada de interrogações por todos os lados.

É igualmente difícil entender que, por mais que você cuide do seu corpo e da sua mente, a sua vida continuará sendo extremamente frágil.

De uma coisa eu sei: a dúvida sempre conduz ao aprendizado, então eu respiro fundo e sigo, tentando fazer tudo da melhor maneira possível (o que inclui deixar de fazer aquilo que não me faz bem!).

 

Sorteio de aniversário

Já é tradição: todos os anos a gente realiza, durante o mês de agosto, uma série de sorteios em comemoração ao aniversário do blog. Esse ano, no entanto, eu deixei passar batido. Acho que porque agosto tem sido um mês um tanto pesado, desses que dá um susto na gente quase todo dia.

Mas não é justo que a gente passe em branco, deixando de presentar as moças que estão sempre por aqui. Bom mesmo seria dar um presente a cada uma, mas como não rola, vamos nos virando do jeito que dá! =)

Ainda não decidi se farei mais de um sorteio ou apenas esse, porque quero presentear vocês com coisas realmente legais (sugestões?), então resolvi caprichar logo de cara, ó que beleza!

 


 

Quando usei esse look, a bolsa fez o maior sucesso, então resolvi sortear uma igual! Ela é linda, vai bem com tudo e tem uma qualidade ótima. Toda forradinha, com bolsinho interno e fechamento com ímã, uma graça!

 

O sorteio tá sendo realizado através do instagram – @popglam – basta seguir o perfil e indicar três amigas nos comentários de qualquer uma das fotos do sorteio. No dia 01/09 eu anuncio a ganhadora e até lá vou pensando sobre o próximo mimo. Boa sorte, gente!

 

Escolhendo o tom da base

Se engana quem pensa que acertar o tom da base é uma tarefa fácil. Não faço ideia de quantos produtos eu repassei pras amigas, depois de trazer pra casa uma base que acabou ficando escura ou clara demais na minha pele. Desde que descobri esse site, nunca mais errei nas compras online, mas às vezes acontece da gente comprar algo em catálogo ou em lojas físicas e ali, na hora, não ter como consultar, né?

 

 

O ideal é cumprir todo o ritual pra acertar na escolha: ir na loja sem maquiagem (olha o sacrifício!), experimentar o produto no rosto, observar o tom fora da loja – já que a iluminação do local pode enganar a gente – e aí sim, comprar o produto.

Mas quer saber quantas vezes eu fiz isso? Nenhuma! Hahahahahaha:) Imagina sair de casa de cara lavada e dar a sorte de encontrar uma vendedora paciente e bondosa pra te ajudar nessa missão?

Depois de errar algumas vezes, eu aprendi uma coisa: não dá pra comprar base sem pesquisar antes. Eu sempre recorro ao bom e velho Google pra buscar referências de meninas com o tom e tipo de pele parecidos com o meu. Leio sobre a textura do produto e levo em conta a opinião delas, mesmo que eu vá comprar numa loja física.

Na hora da compra, se eu tiver a chance de experimentar a base (ainda que no dorso da mão), observo a textura e o cheiro, que é muito importante pra mim. Também é bom usar como referência bases de outra marca que funcionam bem pro seu tom de pele. Isso ajuda a escolher um tom próximo.

 

Mas o que fazer com as bases que não deram certo?

 

Descobri um truque esses dias que me fez resgatar uma base que tava encostada por aqui. Ela é escura pra minha pele, então eu misturo com um pouquinho de protetor solar e tem funcionado muito bem! Mas tem que ser um protetor branco, e no meu caso, específico pra pele oleosa (uso o bloqueador Adcos), e acreditam que a base fica com uma textura muito melhor? Mais leve e fácil de espalhar. Tô adorando!

No caso da base que ficou clara demais, é mais fácil: basta usar uma camada fininha de pó bronzeador, com a ajuda de um pincel, pra igualar o tom.

 

Prontas pra recuperar as bases perdidas?

 

Eu uso: couro e animal print

Lendo só o título do post, parece até que eu tava vestida pra matar, né? Só que não! Na verdade escolhi essa roupa baseada no conforto, já que eu tava em cima da hora e precisava vestir algo leve, pois a gente ia dirigir um VT com crianças, em uma locação externa.

Juntei as peças com a urgência que o relógio pedia e o resultado foi esse: simples, leve e confortável, mas digno de passar o dia inteiro fora de casa, sem passar nenhum aperto!

 

 

 

 

 

 

 

Blusa: Costureira
Saia: Praxedes Ateliê
Slipper: Karmélia
Anel: Caus
Colar: Faces
Óculos: Sunglasses