Pra refrescar (e decorar) – água aromatizada


 

Não sei como está o clima por aí, mas pelas bandas de cá, o calor tá tão grande que toda hora vem aquele desejo de tomar um suquinho gelado, ou um refrigerante no capricho! Pena que nem toda hora a gente tem acesso ao suco, e aí tenta se segurar pra não atacar o refrigerante durante a semana, né?

Então que tal experimentar a água aromatizada? Ela tem um quê de refri com o sabor das frutas. É saudável, refrescante e bonita demais de se ver!

 

 

Ó como é fácil fazer: você escolhe a fruta (pode ser mais de uma) e corta em rodelas – ou pica em cubinhos, se for o caso – e separa uma jarra bonita. Primeiro, coloca vários cubinhos de gelo no fundo da jarra. Depois adiciona as frutas e algumas folhinhas de hortelã, pra refrescar. Daí é só colocar 500ml de água com gás + 500 ml de água sem gás.

 

 

Você pode diminuir ou aumentar a quantidade de água, é só manter a proporção. Dá pra usar em festas, como uma opção pra quem não bebe refrigerante, com a vantagem de ter vários sabores diferentes.

 

 

Experimenta usar também em almoços especiais na sua casa. Imagina que linda uma mesa decorada com essas jarras! Uma ideia simples, baratinha e que certamente vai fazer o maior sucesso entre os convidados.

 

Lenços: onde encontrar e como usar


 

Desde que eu fiz aquele post sobre lenços e turbantes, muita gente tem me perguntado onde encontrar e como usar os lenços.

Já começo dizendo que qualquer pedacinho de pano (seja tecido ou malha) tá valendo. Naquele look em que eu apareci de turbante, usei um pedaço de cetim preto – deixando o lado avesso exposto, que é fosco – pra fazer a amarração.

Se você tem algum lenço em casa, ótimo! Se não, vale comprar alguns (eu encontrei uns lindos numa lojinha por R$ 10) ou ir numa loja de tecidos e escolher algumas estampas.

As medidas não importam muito, porque a gente consegue adaptar na amarração. Esse aqui, por exemplo, era bem pequeno e não dava pra fazer duas voltas na cabeça, então dei o nó na parte da frente e virei as pontinhas pra dentro.

Encontrei esse post aqui com várias fotos ensinando diferentes maneiras de amarração. Deem uma olhada e se joguem!

Ah, e nada dessa conversa de que “fica lindo, mas falta coragem de usar” ok? Os lenços vão continuar com tudo no inverno e é só uma questão de hábito, basta usar a primeira vez pra se apaixonar!

 

Eu uso: metalizado

Qualquer ameaça de chuva, qualquer ventinho mais frio já é motivo suficiente pra me fazer sair de casa agasalhada. O frio me desconserta, me manda pra longe da minha zona de conforto e altera completamente o meu humor. Por isso essa semana eu saí de casa de moletom, em pleno alto verão, quem diria!

Raramente uso saia longa em dias de chuva (mesmo pras chuvas indecisas), mas como eu sabia que não ia precisar sair arrastando a saia por aí, resolvi arriscar a combinação da peça metalizada que eu amo – amo tanto que tenho dó de usar – com o moletom quentinho e cheinho de pérolas. Tão bom quando a roupa, além de super confortável, dá um efeito visual bacana, né?

 

 

 

 

 

 

Moletom: PopGlam
Saia: Costureira
Flat: Top Vision
 
 

Direto do túnel do tempo

Quem diria que o collant, que fez um sucesso danado algumas décadas atrás, voltaria com tanta força, hein?

Se a gente voltar no tempo só um pouquinho, vai ver que a peça tinha sido condenada ao esquecimento e apontada como over. Mas bastou a Miuccia Prada incluir a peça em uma das suas coleções de verão pra que ela começasse a aparecer em várias capas de revistas gringas.

 

 

Em terras tupiniquins, a Maria Casadevall apresentou o body pra gente, enquanto agarrava o Caio Castro na novela das nove.

E, com isso, o body ressurgiu com uma proposta fashion e se tornou uma das grandes apostas pra essa estação.

Se a gente parar pra observar, vai ver que a peça é bem democrática, ao contrário do que muita gente pensa. Quem tá com a barriguinha em dia pode apostar nos modelos justinhos, acompanhados de shorts, sainhas e flats. Existem versões com um super decote nas costas!

Também vale combinar a peça com calças amplas, como a pantalona, por exemplo. A produção ganha um ar sofisticado e dá até pra afinar a silhueta, com uma calça de cintura alta.

 

 

As moças quem não se sentem a vontade pra usar um modelo muito justinho, podem investir nos modelos que tem apenas a parte de cima é mais larga, com tecidos mais fluidos e drapeados.

Existe ainda a opção de combinar a peça com um blazer, e aproveitar ao máximo o conforto que o body oferece.

Lisos, estampados, decotados, com recortes ou transparências, tem pra todos os gostos! Prontas pra aderir à tendência?

 

Cabelos: do preto ao loiro

Eu nem ia fazer esse post sobre a minha mudança capilar (mais uma!), mas como muita gente tem me perguntado onde eu fiz, qual o procedimento e como cheguei ao tom desejado, resolvi contar tudo por aqui.

 

 

Durante anos pintei meus fios de preto – preto mesmo, azulado, pra ser mais exata – porque qualquer outra coloração deixava meu cabelo acobreado, o que me faz sentir péssima, pois acho que o tom não me favorece em nada. Não combina com a minha pele, sabe?

Se eu usava castanho, ficava acobreado. Usava loiro escuro, acobreado. Aí num daqueles dias com altos níveis de irritação, resolvi apelar pro preto (azulado, pra nem correr o risco de ter reflexos vermelhos) e ignorei os avisos do cabeleireiro de que eu iria me arrepender depois.

O cabelo preto é lindo – eu adoro! – os fios ficam brilhosos e com uma aparência saudável. Tudo lindo, tudo certo. Até o dia em que a gente enjoa e quer mudar. Pensa num trabalho!

 

 

Fui em várias cabeleireiras na tentativa de fazer um ombré-californianas-qualquer-coisa-que-seja e elas se recusavam a mexer no meu cabelo. Diziam que, inevitavelmente eu ficaria com os fios alaranjados e que o processo seria agressivo demais. Me convenceram até que, num daqueles dias com altos níveis de irritação, resolvi fazer sozinha. Foi um desastre! Meu cabelo ficou super manchado, um horror. Tive que descolorir o cabelo inteiro (já no salão) e investir muito na recuperação dos fios. Desde então, nunca mais pintei de preto (uso só um pigmento acinzentado pra tonalizar e cobrir os fios brancos) e quando já tava perto de retocar a coloração, dava pra ver umas mechas mais clarinhas que surgiam timidamente sob o sol.

 

 

Depois de um ano longe da tinta preta (haja paciência!) eu finalmente consegui chegar ao tom que eu queria, dessa vez no salão, claro! Ah, não tentem fazer isso em casa, plis!

Primeiro os fios foram descoloridos da orelha pra baixo. Esse processo durou umas três horas e ela ia retocando e observando o estado do cabelo. Ainda assim, os fios ficaram alaranjados. Depois do tonalizante, chegamos num tom amarelado. Voltei pra casa e fiquei matizando os fios uma vez por semana. Após quase um mês, voltei ao salão pra clarear mais e puxar alguns fios da raiz, pra dar um efeito mais natural, menos marcado.

Finalmente, consegui. Ainda quero clarear um pouco mais, mas por hora minha única preocupação é manter os fios na cabeça, haja cuidado, viu?

Continuo matizando a cada 15 dias – porque meus fios têm uma tendência incrível a ficar alaranjados – e retocando a raiz mensalmente. Ao menos nesse primeiro semestre, é impossível chegar perto do descolorante, já que o cabelo tá muito fragilizado.

 

Se vocês tiverem alguma dúvida, podem perguntar nos comentários. Tentei ser breve pra não deixar esse post enorme, mas caso queiram saber de algo, gritem aí!