As melhores bases para pele oleosa

Eu já falei um bocado por aqui de bases pra peles oleosas, mas como a gente tá sempre experimentando produtos novos, achei que seria bom atualizar o assunto.

Além disso – acho que por causa desse calorão – muitas meninas têm perguntado sobre esse tipo de produto, dicas de compras, etc. E se existe uma coisa sobre a qual eu tenho total propriedade pra falar, infelizmente, é oleosidade da pele.

Minha pele, além de mega oleosa, é muito resistente. Quando eu digo muito, é muito mesmo. Num nível que nem o Roacutan conseguiu afetar (sabe aqueles efeitos colaterais dos quais todo mundo reclama? Senti nadinha!), então mesmo com o uso constante de ácidos e cremes específicos, a oleosidade continua aqui.

Isso me leva a comprar muitas maquiagens diferentes, e eu já usei várias bases desde que me entendo por gente, mas essas aqui sempre têm o estoque renovado na minha bancada, e antes mesmo de ver o potinho secar por completo, já deixo outro pronto pra substituí-lo.

 

 
 

DiorSkin Nude – Uma delícia de base, o melhor sensorial do mundo! Cobre bem, segura o dia inteiro, tem cheiro bom e a gente não sente a pele pesar nadinha. Coisa rica mesmo, até no preço: R$ 200, em média.

 

Colorstay Oily Skin, Revlon – Tem quase os mesmo benefícios da Dior, aliás, acho que é uma ótima substituta, com algumas diferenças: a cobertura consegue ser um pouco maior, mas a fórmula é um pouco mais pesada, então a gente sente a base na pele, sabe como? Não tem cheiro de rica, mas não chega a incomodar. Dura o dia inteirinho na pele e nem uma boa esfregada com água e sabão é capaz de removê-la por completo. Haja demaquilante! Custa cerca de R$ 60 no Brasil e metade do preço lá fora, mesmo com a alta do dólar.

 

L’Oreal Matte Morphose – Essa entrou na lista de metida, porque ainda nem comecei a usar (mas já garanti a minha), mas pelo que dizem, é uma maravilha: se transforma em pó quando entra em contato com a pele e tem uma cobertura impecável. Resolvi incluir no post confiando nos depoimentos que li por aí. Além disso, o preço é camarada: R$ 70, em média.

 

Dermablend, Vichy – A tal base que cobre até tatuagem. A BFF das moças que sofrem com melasma. Experimenta jogar o nome da danada nas imagens do Google e olha a potência dela! Não fosse a dificuldade de encontrar o produto (só é vendida na Europa, não pode entrar no Brasil por restrições da ANVISA, diz a lenda), seria uma maravilha. O preço também é salgadinho, quase R$ 200, mas vale à pena.  Cobertura impecável com textura levinha. Um sonho, né?

 

Resumindo: a Dior é campeã no quesito “segurar a oleosidade”, pois ela não transfere e mantém a pele sequinha por horas e horas. A Revlon ganha no quesito durabilidade, porque não sai nem com reza forte. A Vichy tem a melhor cobertura de todas e a L’Oreal eu deixo pra classificar depois, quando tiver uma opinião formada, combinado?

 

Eu uso: laçarote

Mesmo quem passa por aqui bem de vez em quando já deve ter percebido o quanto eu adoro laços.

Comprei esse lenço e – como acontece toda vez que eu compro alguma coisa nova – fiquei doida pra usar. Ele é bem grandão, então dá pra fazer um monte de amarrações diferentes.
Naquele post sobre acessórios de cabeça tinha a imagem de uma menina com um laço, e eu achei a coisa mais linda desse mundo!

Mandei ver no laçarote, apareci na frente do marido e ele nem estranhou (ele é o meu termômetro pra indicar se dá pra sair na rua ou não), então saí feliz da vida, com o look mais básico, confortável e querido do mundo: calça jeans e camisa branca.

 

Ah, usei – pela primeira vez, depois de um ano guardada – a bolsa amarela que eu comprei na Argentina. Lembram que eu cataloguei minhas bolsas e até fiz um post sobre o processo de organização? Essa bolsa saiu bem clarinha na foto, então eu enfiei na cabeça que era um amarelinho sem graça e nunca me dei o ao trabalho de olhar pra bichinha pessoalmente de novo, depois de guardada.

Imagina a minha alegria ao abrir o saquinho e me deparar com esse amarelo lindão!

 

 

 

 

 

 

Camisa: Costureira
Jeans: Damyller
Sapatilha: C&A (comprada num bazar)
Lenço: Fábrica da Moda

 
 

Será que vai pegar?

Mas quem diria que as xuxinhas que a gente usava pra amarrar o cabelo no jardim de infância se tornariam hype e seriam catalogadas no dicionário fashion com um nome igualmente estiloso?

 

 

Pois é, meu povo, eles voltaram! Ganharam as passarelas internacionais e a cabeça de várias celebs e fashionistas ao redor do mundo, dá pra imaginar? Na minha infância era só um elástico de cabelo, agora tem outro nome: scrunchie.

 

 
Mesmo adorando um acessório na cabeça, acho que não vou aderir à moda. Primeiro porque gastei minha cota de uso há algumas décadas atrás, segundo porque acho que só há uma maneira incrivelmente legal de usar o tal elástico: em um coque beeeem alto. Fica lindo demais, né não?
 

 

Adoro coisas despretensiosamente lindas, mas vocês já devem ter reparado que não uso coques no topo da cabeça, apesar de achar um dos jeitos mais lindos de se prender os fios.

(Não gosto das minhas orelhas totalmente à mostra, cá pra nós!).

Mas se você é adepta do coque, experimenta incrementar com uma versão bem fashion do acessório. Imagina que lindo um de lamê, paetês ou com uma estampa pra lá de colorida?

 

Retratos da semana

 

No finalzinho do ano passado, meu maior desejo era que janeiro chegasse logo, pra que a que a gente tivesse tempo de retomar o fôlego, dar uma pausa, parar pra respirar. Aí janeiro chegou e eu nem me dei conta, porque tudo continua tão corrido, num ritmo tão acelerado, com dias cada vez mais curtos, que eu não pude sequer cumprir meu ritual de ano novo: passar uns dias na praia, tomar um banho de mar pra lavar a alma (o único que tomo no ano, diga-se de passagem) e ter uns finais de semana livres, dedicados a arte de não fazer nada.

Ao invés disso, eu continuo correndo, trabalhando mais do que já fiz em qualquer janeiro. Mas ó, não tô reclamando não, viu? Pensa numa correria boa, essa minha! Afinal, um ano que já começa com esse tanto trabalho promete ser dos bons!

 

Ainda assim, eu tenho mantido alguns planos. Um deles é cuidar mais de mim, do lado de dentro e do lado de fora. Pro lado de dentro, prometi ler ao menos um livro por mês, dos mais variados gêneros. Tô agarrada com esse aí, leio um pedacinho por dia, antes de dormir.

Também prometi passar mais tempo com quem eu gosto, e recebi a visita desse pequeno (que tá cada vez maior). Passou uma tarde comigo, e mais um pedacinho da noite. Foi embora sem nem fazer manha, sem olhar pra trás, e me deixou cheia de saudade – e de bolacha maizena, do cabelo ao dedão do pé!

Pra garantir o cumprimento das minhas promessas, a Rishon me mandou uma caixinha com os produtos que eu mais amo e nunca deixo faltar por aqui: o Óleo de Argan e o creme de Azeite de Oliva. Presente lindo pra cuidar do lado de fora <3

 

Pecados capilares

Que atire o primeiro reconstrutor quem nunca cometeu nem um pecado com os cabelos. Seja na lavagem, na forma de secar ou na ausência de cuidados específicos, os fios geralmente acabam cobrando o preço.

Como penitência, a gente sai por aí carregando um cabelo ressecado, deprimido e sem vida. Coisa triste, hein?

Pra levar uma vida livre de pecados capilares, dá só uma olhada nos erros que a gente comete e nem se dá conta:

 

 

Colocar o shampoo direto nos fios é tão comum que a gente costuma ver as moças fazendo isso o tempo todo na TV, em anúncios ou filmes. Mas o excesso de produto concentrado em um só lugar pode agredir os fios e causar irritação ao couro cabeludo. Pra isso, é bom ter sempre um potinho pra diluir o shampoo em alguns dedinhos de água ou, mais simples ainda: colocar o produto nas mãos e esfregar sob o chuveiro, bem acima da cabeça. Assim ele já chega ao cabelo diluído. Prático, né?

 

 

Parece que eu tô tentando contrariar uma lei natural, afinal, desde que o samba é samba que a gente penteia os cabelos da raiz pras pontas, certo? Errado! Desse jeito a gente maltrata demais os fios, trazendo as partes embaraçadas pra toda a extensão dos cabelos e quebrando os fios. Quer fazer do jeito certo? Comece desembaraçando as pontas e vá subindo, até chegar à raiz. Experimenta e me conta se não é bem mais fácil (e rápido) fazer assim!

 

 

Ok, eu confesso: Esse é o meu pecado preferido. Que preguiça de lavar, hidratar, enxaguar e aquele blablabla todo, gente! Pra me redimir, sempre opto por produtos que agem em três minutos, e a gente pode usar no banho mesmo. Além disso, uma vez por semana uso o truque das ampolas. É tiro e queda!

 

 

Eu vou acreditar que vocês são moças espertas e não cometem esse erro, mas fica a dica praquela amiga desavisada que vive no mundo da lua, né? Na hora da lavagem, apenas o couro cabeludo precisa de shampoo, gente! Nada de esfregar os cabelos – principalmente o comprimento e as pontas – pois vocês não tem ideia do quanto isso agride os fios. A espuma que escorre da parte de cima é suficiente pra lavar toda a parte de baixo, ok?

 

 

O erro inverso também é um pecado: a raiz dos cabelos não precisa de condicionador. Basta aplicar da orelha até as pontas, deixando o produto bem longe da raiz. O couro cabeludo já produz naturalmente a oleosidade necessária pros fios que ficam no topo da cabeça. Pra quê exagerar, né?