Wedding

 

 

Casei no dia 26 de maio desse ano. Não escolhi essa data, não me programei. No dia dos namorados, estávamos viajando em lua-de-mel. Também sem a mínima organização prévia. Quis o destino que eu casasse no mês das noivas e, em seguida, tivesse o dia nos namorados mais romântico da minha vida.

Depois de seis anos de namoro (ou sete? A gente não sabe a data do início, embora jamais esqueça o dia), o que incluem dois anos de noivado, sentimos que tava na hora. Talvez o fato de estarmos trabalhando há quase um ano na realização do casamento de uma cliente (leia-se super festa) tenha tornado o clima mais propício.

Eu sempre soube que nunca casaria na igreja, com um mega vestido (sou minimalista), mas se você não é, não poupe esforços pra fazer uma mega festa. É lindo, desde que seja de verdade!

O noivo também não tinha vocação pra ficar me esperando no altar. Sendo assim, fomos ao cartório dar entrada nos papéis, achando que dali a um mês (ou mais) saberíamos a data de comparecer ao fórum.

Foi uma surpresa retornar após alguns dias e saber que, em uma semana, estaríamos casando. Detalhe: cinco (apenas cinco!) dias após a realização do tal casamento que vínhamos organizando há um ano. Fazendo as contas, eu teria quatro dias pra organizar o meu casamento.

Não tivemos tempo de enviar convites nem de organizar algo mais elaborado. Mas a gente tá bem acostumado a trabalhar sob pressão e com prazos muito curtos (ossos do ofício), então fizemos do jeito que, no fundo, a gente faz melhor: com muito amor e simplicidade.

Nesses quatro dias providenciamos as roupas que íamos usar, encomendei o bolo (minha mãe se encarregou dos doces) e os salgados, retoquei a coloração, providenciei a louça da festa e os bem-casados, compramos as bebidas, encomendei as flores e fiz as unhas.

Convidamos uns tios queridos, os irmãos, os pais e os amigos mais íntimos (foram só quatro).

No dia 26 fomos todos ao fórum (Dieggo na maior ansiedade e eu anestesiada de tão cansada – e feliz!) e saímos de lá com a sensação de ter firmado, no papel, a certeza que a gente já carregava há alguns anos.

Do fórum seguimos pra casa da minha sogra, no final da tarde, pra um “chá” regado a bolo, champanhe, doces, salgados e muitas, muitas lágrimas. De alegria, claro!

Não lembro de me sentir tão feliz quanto naquele dia, tão em paz, tão querida. A sensação de estar rodeada de pessoas que, naquele dia, deixaram tudo de lado pra testemunhar a nossa felicidade (e se alegrar com ela, de verdade) não tem preço. Foi incrível!

Todo mundo que estava ali fazia parte da nossa história, era parte do nosso bem-querer. Foi tudo muito simples, muito pequeno, mas muito verdadeiro, sabe?

No fundo, a comemoração foi muito melhor do que eu imaginei. Enorme em sentimento, em verdade, em intensidade, embora pequena demais no tamanho. Coisas que só quem estava lá pode entender.

Pra quem não foi, existem os registros, mas duvido que eles sejam capazes de transmitir o amor silencioso que envolvia a todos naquela tarde de quinta-feira.

De qualquer forma, quis compartilhá-los com vocês (que me cobram isso sempre, desde o outro blog). Pra assistir ao vídeo, é só clicar aqui.

Espero que vocês gostem… Eu achei liiiindo!

Ele está de volta!

Confesso que só parei pra ler O Pequeno Príncipe depois de adulta, vai saber por quê! Mas desde então mantenho o livrinho na minha mesa, porque é uma das leituras mais lindas dessa vida, né?

Eis que agora me vem essa deliciosa surpresa: o principezinho está de volta! Baseado na obra de Antoine de Saint-Exupéry (e com a autorização da sua família), o poeta argentino A. G. Roemmers lança uma continuação da história, onde o príncipe (agora adolescente) retorna a Terra.

 

Pra quem também é apaixonada pela história do príncipe e ficou feliz com a notícia, o livro já está à venda, por cerca de R$ 20.

Ótima sugestão pra presentear, né? Acho que esse (assim como a versão original) é o tipo de leitura que agrada a todo mundo, independente do gênero ou idade.

Vai já pra minha wishlist de aniversário!

Eu uso: jeans com renda

Quem me conhece sabe o quanto eu sou apaixonada por peças com renda (coisa de moça romântica, né?). Adoro quando alguém chega pra me falar que viu uma peça que era “a minha cara” e quando eu chego na loja, dou de cara com uma peça toda rendada!

Tenho várias peças assim no armário (há anos!) e guardo todas elas com o maior cuidado. Agora que a renda está super em alta, vez por outra escolho uma pecinha pra passear por aí…

 

 

 

Blusa: Moda Mania
Jeans:Damyller
Peep Toe: Gato&Sapato
Clutch: Dona Fifi

Tá na mão: Nude

 

 

Foi só eu confessar a minha paixão pelo tom pra que as meninas começassem a sugerir o Nude – Risqué nos comentários.

A sugestão em massa faz todo sentido, porque o tom é mesmo muito fofo!

Não sei em que planeta eu estava por passar tanto tempo sem saber da existência desse esmalte…

Ainda bem que vocês existem pra chamar a minha atenção pras coisas boas dessa vida, né?

Thanks, meninas!

No verão, invista na bolsa!

Eu não costumo falar muito das temporadas de moda por aqui, porque várias blogueiras já fazem isso com maestria e existem tantos blogs especializados cobrindo os eventos que eu tenho receio de soar repetitiva e prefiro deixar a missão pra quem tá vendo tudo de pertinho!

Mas tem uma coisa que eu não pude deixar de perceber, e comentar: Vocês viram as lindezas das bolsas que surgiram nas passarelas da semana de moda de NY?

Eu fiquei hiptonizada por alguns modelos e selecionei os meus maiores desejos pra compartilhar com vocês. Mês que vem é meu aniversário, então vai que… né?

 

 

 

 

 

 

 

Honestamente, nem sei dizer qual me agrada mais! E vocês, conseguem escolher?

A Marchesa me arrancou muitos suspiros (e dispensa comentários, né?), mas confesso que nunca imaginei desejar tanto uma bolsa Tommy Hilfiger! Normalmente a marca segue uma linha super esportiva (não é muito o meu estilo), mas me surpreendi demais com essa coleção e me apaixonei pelos modelos. O que é essa amarelinha da 1ª foto, gente? Super colorida e com um ar vintage, levanta qualquer produção! Amei :)